Reserva de Emergência

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Reserva de Emergência
Entenda o que é e como funciona a reserva de emergência

Reserva de Emergência

Seja uma falha mecânica no carro, um problema de saúde na família, a perda de emprego ou qualquer outro evento inesperado, todos estão sujeitos a passar por situações de urgência e emergência, onde é preciso gastar mais do que o planejado. Logo, para não ser pego de surpresa, o ideal é sempre manter uma reserva de emergência guardada para gastos que aparecem de uma hora pra outra.

Quero saber mais sobre reserva de emergência!

O que é reserva de emergência?

A reserva de emergência é um capital que deve ser reservado em determinada aplicação financeira para cobrir despesas ou situações financeiras inesperadas. Essa reserva é fundamental para que o indivíduo tenha liquidez para cobrir determinada despesa extraordinária no seu fluxo de caixa pessoal.

Caso contrário, ou seja, na hipótese indivíduo não ter a reserva, as consequências de não ter um capital para emergências podem ser muito grandes. Afinal, todos estamos sujeitos a adversidades no âmbito das finanças pessoais.

Entre os eventos financeiros emergenciais, a perda de um emprego ou de uma fonte de renda é, sem dúvida, a maior preocupação da maior parte dos brasileiros. Contudo, outras situações extraordinárias podem ocorrer e demandar de um aporte financeiro inesperado.

Quando utilizar a reserva de emergência?

Em primeiro lugar, é preciso ter em mente que a reserva de emergência é, como o próprio nome diz, para emergências. Isso significa que é preciso ter disciplina para não utilizá-la em outras situações quaisquer.

Ou seja, mesmo que surja uma promoção de uma passagem aérea ou uma oportunidade de investimento “imperdível”, é preciso ter a consciência de que o fundo de emergência é intocável e quase que “sagrada”. Afinal, nunca sabemos quando uma despesa extraordinária pode surgir, como:

  • Um acidente de carro e a necessidade de cobrir a franquia do seguro;
  • Uma reforma inesperada no imóvel da família, por exemplo por conta de uma infiltração;
  • Um falecimento repentino de um ente da família.
  • Queda ou perda de renda devido a desemprego, queda na atividade econômica e demais situações excepcionais.

Enfim, sabemos que são inúmeros os eventos que podem acontecer e acabar demandando de um volume financeiro inesperado. Então, para não ter dificuldades nesses momentos, o ideal é que todos tenham uma reserva de emergência intacta para suportar uma maior demanda financeira.

E além dessa reserva trazer uma solução em um momento de necessidade, ela também garante mais segurança para que o indivíduo trabalhe e viva sua vida sabendo que existe um capital que pode satisfazer eventuais emergências.

Qual valor ideal para uma reserva de emergência?

Na hora de montar a sua reserva, muitas pessoas ficam com uma dúvida: como calcular o valor ideal para uma reserva de emergência?

Basicamente, não há uma resposta correta e engessada sobre isso. Na verdade, o valor ideal para reserva de emergência irá variar de pessoa para pessoa, dependendo, principalmente, da sua estabilidade e segurança financeira.

Em outras palavras, dependendo da situação financeira da pessoa, das suas fontes de renda e quantidade de dependentes que ela precisa sustentar, a reserva financeira necessária poderá ser maior ou menor.

Funcionários públicos, por exemplo, possuem uma menor possibilidade de sofrerem com reduções de salários ou de demissões em seus empregos. Portanto, é possível considerar que essas pessoas possuem mais estabilidade e segurança financeira.

Por outro lado, indivíduos que trabalham como autônomos ou em empresas privadas não possuem tanta segurança assim. Nesse caso, podemos dizer que esses trabalhadores são mais vulneráveis e possuem uma instabilidade financeira maior.

Por isso, na hora de calcular o valor ideal para a reserva de emergência, é preciso saber diferenciar o capital necessário para aqueles indivíduos mais estáveis e para os instáveis financeiramente.

Como montar a reserva de emergência?

Depois de perceberem o quanto precisam para formar a sua reserva, muitas pessoas se perguntam: mas, de fato, como montar uma reserva de emergência?

E possível dizer, claro, que a maior parte das pessoas não possui capital suficiente para, de uma vez, formar a reserva de emergência com pelo 6 meses de seus gastos, mas o ideal é que seja de 12 meses ou mais. Por isso, é de se esperar que essa reserva seja formada ao longo do tempo.

Por isso, para aqueles que não possuem, ainda, um fundo de emergência, o ideal focar, nos próximos meses, na economia de dinheiro para conseguir formá-la. Vale ressaltar, contudo, que para aqueles que gastam um valor muito próximo de sua receita mensal, o tempo necessário para concluir o fundo de emergência será, logicamente, maior.

E diferente do que a maioria das pessoas pensam, construir e manter uma reserva não é tão complicado quanto parece. Com organização e disciplina, é possível poupar e guardar periodicamente uma boa parcela de capital para formar uma reserva.

Onde investir a reserva de emergência?

Depois de saber o que é, como calcular e como montar uma reserva de emergência, surge uma das principais dúvidas: mas onde investir a reserva de emergência?

Primeiramente, é importante ressaltar e ter em mente que o objetivo do fundo de emergência não é trazer grandes ganhos financeiros. Esses ganhos serão adquiridos por meio de outros investimentos, seja em renda fixa ou em renda variável.

Já para a reserva de emergência, o que mais deve ser observado e assegurado é a segurança e a liquidez da aplicação onde a reserva será deixada. Sendo que:

  • Mais segurança: aplicações de menor risco de crédito, em que o dinheiro não tenha possibilidades de perdas, mesmo que de curto prazo, e em que não haja volatilidade;
  • Maior liquidez: aplicações com maior facilidade de transformar o capital investido em dinheiro. Ou seja, em que seja fácil “sacar” o dinheiro da reserva de emergência.

Basicamente, por se tratar de uma reserva para momentos de emergência, os recursos precisam estar disponíveis assim que o poupador precisar. Por isso, o recomendado é deixar a reserva de emergência em uma aplicação com alta liquidez e baixo risco para que eles possam ser sacados com tranquilidade quando necessário.

Considerando os aspectos de segurança e a liquidez, as melhores aplicações para investir sua reserva de emergência são:

  • Tesouro Selic;
  • Fundos DI com regaste em curtíssimo prazo (até D+1);
  • Títulos de Crédito Privado com regaste em curtíssimo prazo (até D+1).

Fonte: https://www.sunoresearch.com.br/artigos/reserva-de-emergencia/

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